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Pandemia Dupla – Covid-19 e Depressão

Em 2020 quase todo mundo sentiu na pele o que é estar deprimido. Vontade de não sair da cama, pouco ou muito sono, dificuldade de se concentrar, muito ou pouco apetite, angústia, dores pelo corpo e falta de expectativa sobre o futuro.

Estudos feito nos Estados Unidos indicam que o impacto da pandemia de Covid-19 na saúde mental da população já é o pior do que provocado por tragédias como o 11 de setembro e o furacão Katrina.

O Centro de Controle e Prevenção de doenças, observou que os sintomas da depressão foram quatro vezes maior do que observada na mesma amostra em 2019.

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No Brasil, foi feito um estudo com 45 mil voluntários pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Minas Gerais (U.F.M.G), onde apontou que 40% deles se sentiam tristes com frequência durante o isolamento social.

A Organização das Nações Unidas (ONU) projeta para 2021 uma crise humanitária ainda maior do que a segunda guerra mundial. E elenca a saúde mental como prioridade absoluta para os próximos anos, e já considera a depressão a doença mais incapacitante do planeta.

Estima-se que 300 milhões de pessoas vivam com depressão hoje no mundo, e quase 12 milhões delas está no Brasil.

A depressão não é apenas uma angústia passageira, mas sim uma doença que pode vir e voltar. E acredite, lidar com ela é de uma exaustão emocional e física muito grande, porque além das questões culturais, a ciência ainda não sabe detalhes profundos da doença. Infelizmente a depressão tende a ser crônica e recorrente: 80% das pessoas que têm uma primeira crise terão outras ao longo da vida.

Ambientes competitivos, desigualdade social e solidão, são alguns fatores da cultura ocidental que pré-dispõe a depressão.

A verdade é que há uma grande discussão a respeito desse crescimento.

O lado bom é que a sociedade vem falando muito mais abertamente sobre a saúde mental.

Isso incentiva ainda mais as pessoas a reconhecerem o seu sofrimento e encoraja a procura por profissionais adequados, para um diagnóstico e tratamento correto. Diminuindo o estigma ainda presente sobre esse tema: Depressão.

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