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Você sabe o que é cobogó? Provavelmente já deve ter visto por aí!

O cobogó pertence à família dos elementos vazados, ele pode ter função climática, como proteger os espaços internos de uma edificação dos raios solares diretos sem bloquear a ventilação. Esse foi um dos grandes motivos para eles serem tão populares no Brasil, onde o clima quente predomina o ano todo em grande parte do pais. Os cobogós são mais comuns em edificações no uso externo, mas também ganhou espaço no interior das residências.

Além da sua função, ele agrega um valor estético ao projeto arquitetônico muito importante. O jogo de luz e sobra, surge de forma natural de acordo com a incidência solar. À noite, com a iluminação artificial, incidindo de dentro para fora, faz um efeito único, tornando a arquitetura uma peça importante para o entorno no qual ela está inserida.

Alguns arquitetos que utilizaram e utilizam os cobogós nos seus projetos são: Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Affonso Eduardo Reidy, Oswaldo Bratke, Marcio Kogan e entre outros.

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UMA BREVE HISTÓRIA DO COBOGÓ

Primeiramente devemos destacar que ele é criação brasileira! Sim! Isso mesmo, ele surge na década de 1920, em Recife, capital de Pernambuco no nordeste do Brasil.

O cobogó foi consolidado por Lucio Costa – criador do plano piloto de Brasília.  Com referências sutis à arquitetura colonial, fez com que fosse um componente presente na estética da arquitetura moderna brasileira, assim caracterizando as vertentes modernistas brasileiras. Apesar da permeabilidade visual, eles podem trazer privacidade ao usuário. Inicialmente eles eram feitos de cimento e tijolo, mas com o tempo passaram a ser produzidos também em cerâmica e outros materiais.

Imagens

Mas não é só nestas arquiteturas icônicas que os cobogós estão presentes, aposto que você o viu em alguma edificação que já visitou ou até mesmo na sua casa! Eles possuem diferentes tamanhos, acabamentos e valores!

No interior das residências ele pode servir como um elemento de destaque ou uma limitação vertical entre os espaços, mas sem segregar, permitindo a permeabilidade visual, que em alguns casos é tão importante.

Colunista Luiz Felipe Bez Birolo – Designer de Interiores, Arquiteto e Urbanista CAU A156219-4 – Sócio proprietário do escritório J+2B ARQUITETOS

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